quinta-feira, 28 de maio de 2009

Mentira não dita

Ah! A verdade
A verdade é relativa
Quando falei não acreditastes
Diz-me quando não o fiz?
Acha covarde?
Mas não é a verdade.

Dintância

Amo como nunca havia amado
Amo sem ninguém ao meu lado
Amor que me deixa triste
Por que uma grande distância existe

Atravessaria o ar, o mar, o mundo
Tudo em um segundo
Mas além de tudo sobreviveria

Amor louco vai machucando pouco a pouco
Por tudo isso já pensei em sumir.
Passar dias e noites sem dormir
Numa jornada ao interior de mim

Machucar-me ainda mais por você
Eu sei é loucura, mais amor sem loucura.
Não é amor é apenas censura
Ah! Distância infeliz, por que tudo isso?
Me diz.

Confição

Os pobres vales de minh'alma escutam o rugido ardente e feroz do meu coração que não me deixa descansar;
Minha consciência me martiriza por amar demais a quem não devo amar.

Paixão secreta que não some, o rosto angelical me seduz e me consome
Meus instintos lupinos sentem o cheiro ébrio do prazer que de tão doce tu emanas do fundo do tu ser;

Sinto que apenas algumas de minhas paixões saibam de meus sentimentos diamantinos, por que por elas cometi muitos crimes passionais e por amor cometerei muitos mais, mas não vos preocupe eu não as esquecerei jamais.

Vida

Uma vida vazia, cheia de nada
Sinto-me morto para a vida
A qual tanto já quis
Olho o seu sorriso cheio de vida
Por outra razão de viver
que não eu.
Hoje a vida não me olha mais nos olhos
Desvia o olhar sempre que tento
Aquela que tanto amei.